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Em Goiás, van que bateu em caminhão e deixou 5 mortos na BR-020 era clandestina

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A Van que se envolveu em um grave acidente que deixou cinco mortos, entre eles uma criança, na manhã desta terça-feira (17/02), era clandestina. A informação é da Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT).

Em nota, a ANTT informou que o veículo não tinha autorização da agência e que será instaurado um “processo de apuração”.

“O veículo tem status de inativo, ou seja, é irregular e clandestino, sem qualquer habilitação da Agência para transporte de passageiros”, afirmou a ANTT.
Sobre o acidente

Um acidente entre um caminhão e uma van na BR-020, perto da divisa entre o Distrito Federal e Formosa (GO), deixou cinco mortos e 11 feridos;

  • Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF-DF), 16 pessoas estavam na van.
  • A ocorrência foi registrada por volta das 5h desta terça-feira (17/02);
  • A identidade dos mortos ainda não foi divulgada, mas o Metrópoles apurou que trata-se de dois homens, duas mulheres e uma criança que tem entre 3 e 5 anos;
  • O motorista do caminhão não teve ferimentos. Já o motorista da van foi socorrido com algumas fraturas;
  • A van saiu de Bahia e seguia no sentido Plano Piloto, quando bateu na traseira do caminhão. O impacto destruiu parte do veículo que transportava passageiros.

A van não tinha uma lista de passageiros, mas informações preliminares dão conta que todos os envolvidos eram parentes e conhecidos.

Uma pessoa que esteve no local do acidente informou à reportagem que alguns ocupantes da van moram em São Sebastião (DF).

Não há informações sobre o estado de saúde delas.

A Secretaria de Saúde do DF informou em nota que cinco vítimas foram encaminhadas para unidades hospitalares. Uma foi levada ao Hospital de Base, uma ao Hospital da Região Leste, duas ao Hospital de Sobradinho e uma foi conduzida pelo SAMU de Goiás ao Hospital de Formosa. As vítimas estavam com fraturas ou dores localizadas.

A rodovia precisou ser interditada para garantir a segurança das equipes de resgate e dos motoristas que passavam pelo trecho. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) ficou responsável pela preservação do local e pelos procedimentos de praxe.

porRepMetr0p0les parceiro Manchester

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