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Felipe Prior é condenado a seis anos de prisão

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Felipe Prior foi condenado pela 7ª Vara Criminal de São Paulo por um estupro cometido por ele em 2014. A denúncia foi feita em 2020. A decisão, assinada pela juíza Eliana Cassales Tosi Bastos no último sábado, 08 de julho, é de que ele cumpra seis anos de prisão em regime semiaberto. O arquiteto e ex-BBB pode recorrer em liberdade, e o caso corre em segredo de justiça.

Na acusação, a vítima, identificada por Themis, contou ter sido estuprada por Prior em 2014. A decisão da Justiça relata que ele se valeu da força física para praticar a violência, que movimentou a vítima de maneira agressiva, “segurando-a pelos braços e pela cintura, além de puxar-lhe os cabelos, ocasião em que Themis pediu para ele parar, dizendo que ‘não queria manter relações sexuais’”.

Ainda no documento, a juíza diz que não há dúvida de que houve crime citando o prontuário médico da vítima, que atesta laceração na região genital, prints de mensagens entre Themis e o réu, depoimentos dela, de Prior e de testemunhas de defesa e de acusação.

Advogado de Prior, Rafael Pugliese Ribeiro, enviou comunicado para a imprensa sobre o processo.

“Através do presente comunicado, com pesar, mas profundo respeito, a Defesa de Felipe Antoniazzi Prior recebeu informações pelos meios de comunicação, da sentença de procedência da ação penal. A qual inclusive sequer foi publicada e se encontra em segredo de Justiça. A sentença será objeto de Apelação, face a irresignação de Felipe Antoniazzi Prior e de sua Defesa, que nele acredita integralmente, depositando-se crédito irrestrito em sua inocência e de que, em sede recursal, lograr-se-á sua reforma, em prestígio à Justiça, reconhecendo-se sua legítima e verdadeira inocência, que restou patentemente demonstrada durante a instrução processual. Reafirmando-se a plena inocência de Felipe Antoniazzi Prior, repisa-se ser esse seu status cívico e processual, à luz da presunção de inocência, impondo-se a ele, como aos demais cidadãos em um Estado Democrático de Direito, como o pátrio, respeito, em primazia ao inciso LVII, do artifo 5º da Constituição Federal brasileira que preconiza que “Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”, para que não se incorra em injustiças, como muitas já assistidas, infelizmente em nosso país”, diz o informativo.

Relembre a acusação
Em 2020, a vítima contou para a revista Marie Claire que o crime ocorreu em uma festa na Universidade de São Paulo (USP), que comemorava os jogos universitários das faculdades de arquitetura e urbanismo.

Segundo a moça, ela e uma amiga aceitaram carona de Prior, que começou a beijá-la e passar a mão em seu corpo, depois se arrastando ao banco de trás. No depoimento de Themis à polícia, a vítima diz que Prior tirou a roupa dela, abriu a própria calça e deixou o órgão genital à mostra. Por estar embriagada, ela não conseguiu resistir.

Ao demonstrar que não queria seguir com o ato, Felipe reagiu aos gritos, e teria dito: “Para de ser fresca. No fundo você quer. Não é hora de se fazer de difícil”.

Em seguida, ele a estuprou. Ela teve uma laceração em seu lábio vaginal esquerdo e começou a sangrar dentro do carro. Themis diz que chorou, o que acredita ter sido o que o fez parar.

por0Fuxic0 – foto: reprodução

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