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Filha caçula de Juliano Cazarré recebe alta do hospital

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Neste domingo, 29 de janeiro, Letícia Cazarré, esposa de Juliano Cazarré, deu uma ótima notícia aos fãs. A moça contou que a filha Maria Guilhermina recebeu alta do hospital.

Em sua conta no Instagram, Letícia compartilhou um vídeo em que mostra o transporte da bebê até em casa. A pequena, que nasceu com uma anomalia no coração, precisará seguir com alguns cuidados mesmo fora do hospital.

“Estamos em casa! Maria Guilhermina de Guadalupe, sua vida é toda um milagre! Obrigada, Deus! Obrigada a cada médico, técnicas de enfermagem, mães da uti, amigos e familiares, vocês foram a montanha que nos elevou ao longo dos últimos sete meses e nos fizeram enxergar mais longe, um horizonte que só os olhos do coração poderiam ver! Obrigada, minha Nossa Senhora de Guadalupe”, escreveu ela.

Além de Maria Guilhermina, Letícia e Juliano também são pais de Vicente, de 12 anos, Inácio, de nove, Gaspar, de três, e Maria Madalena, de dois anos.

Anomalia de Ebstien

A filha de Juliano Cazarré e Letícia Cazarré, Maria Guilhermina, chegou ao mundo no dia 22 de junho. A novidade foi divulgada pelo ator em publicação nas redes sociais. Na legenda, ele revelou que a bebê possui um “coração especial”, pois, nos exames pré-natais, foi descoberto que ela tem uma cardiopatia congênita rara, chamada Anomalia de Ebstein.

Por essa razão, o ator relatou que precisou ter alguns cuidados para a realização do parto de Maria Guilhermina. “Ao longo da gestação, os médicos perceberam que o caso dela seria um dos mais raros e graves dentro da anomalia e, por isso, decidimos vir para São Paulo para que ela pudesse nascer com a equipe mais especializada”, contou ele.

Para esclarecer sobre a condição rara que afeta a bebê de Juliano Cazarré e Letícia Cazarré, OFuxico conversou com a Dra. Juliana Rodrigues Neves, especialista em Cardiologia Pediátrica e Diretora do Departamento de Intervenções em Cardiopatia Congênitas da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI).

A anomalia de Ebstein consiste em uma má formação rara da valva tricúspide. Ela se desenvolve em cerca de 1% de todas as cardiopatias congênitas e, quando ocorre, a válvula tricúspide é malformada, ficando posicionada em uma área muito baixa, o que possibilita o escape do sangue para trás a partir do ventrículo para o átrio. “A anomalia de Ebstein é uma cardiopatia congênita rara e na sua forma neonatal como foi o caso da Maria Guilhermina, ela é extremamente rara.  A cardiopatia congênita do tipo anomalia Ebstein ocorre em 01 a cada 20 mil recém-nascidos”, ressaltou a doutora Juliana Rodrigues Neves.

Por0Fuxic0 – foto: redes sociais 

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