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Israel diz ter “sinais” de que Ali Khamenei morreu em ataque

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse ter “sinais” de que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu durante os ataques coordenados pelos Estados Unidos e o exército israelense, neste sábado (28/02), à capital Teerã. O paradeiro de Khamenei é desconhecido.

Em um pronunciamento à população, o premiê afirmou que há “vários sinais” de que o aiatolá “não está mais entre nós”. Netanyahu também garantiu que a operação contra o Irã “continuará enquanto for necessário”.

Segundo a agência de notícias Reuters, uma autoridade de alto escalão do governo israelense disse sob anonimato que Khamenei está morto e que o corpo do líder supremo já foi encontrado.

Autoridades iranianas negam a morte do líder supremo. À emissora ABC News, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian estão “sãos e salvos”.

Imagens de satélite feitas pela Airbus neste sábado (28/2) mostram a situação da residência do líder supremo do Irã, na capital Teerã, após o ataque.

Entenda o ataque contra o Irã
Após semanas de tensão, os Estados Unidos, em ação coordenada com Israel, atacaram o Irã na manhã deste sábado. A ação, segundo o presidente norte-americano Donald Trump teve como objetivo acabar com ameaças aos norte-americanos, que seriam as armas nucleares supostamente em posse do Irã.

Horas após os ataques dos EUA, a base da Marinha dos Estados Unidos no Bahrein foi alvo de mísseis iranianos, informaram as autoridades norte-americanas.

Segundo o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, o líder Ali Khamenei está vivo “até onde se sabe”. Nas redes sociais, ele avaliou que o “Irã punirá aqueles que matarem nossas crianças. Nossa inimizade não é com o povo americano, que está sendo enganado mais uma vez”, disse.

O governo brasileiro se posicionou contra os ataques e expressou “grande preocupação” diante da situação.

“Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”, disse o governo em nota.

porRepMetr0p0les parceiro Manchester

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